Cenário favorável às pequenas e médias no mercado imobiliário

Cenário favorável às pequenas e médias no mercado imobiliário

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Numa conjuntura favorável para o mercado imobiliário de forma geral, a desarrumação que atinge grandes empresas de capital aberto beneficia pequenas e médias incorporadoras com produtos mais criativos e próximos do consumidor. Esse é o cenário percebido pelo arquiteto Paulo Homem de Mello, do Grupo AW, líder nacional em arquitetura e sustentabilidade, e pelo administrador Eudóxios Anastassiadis, da incorporadora Alfa. As empresas paulistas associaram-se à catarinense Studio Domo, do arquiteto Roberto Simon, para empreender o D’Beach, no Novo Campeche, na Capital.

Sem gigantismo

Com a queda dos juros, os investidores e poupadores brasileiros que já viam no imóvel uma reserva de valor segura, ficam ainda mais atraídos pela rentabilidade média dos imóveis de 30% em dois anos, bem acima da inflação. Justo quando recuam as empresas de capital aberto que, na fase de euforia, cometeram excessos na captação de recursos para investir em projetos “enlatados, pré-moldados ou sequenciais” e que agora enfrentam dificuldades na entrega ao mercado. “Todo esse movimento está abrindo um grande espaço para empresas médias, onde nos incluímos, com propostas maduras de design, localização e valorização”, afirma Anastassiadis. Segundo ele, o consumidor está mais exigente não aceita que uma planta feita para Campo Grande, por exemplo, seja simplesmente replicada em Florianópolis ou Joinville.


Eudóxios Anastassiadis e Paulo Homem de Mello escolheram pessoalmente, em abril do ano passado, a vista de duas frentes _ “de um lado do mar, do outro, as montanhas longas e baixas” _ para implantação de prédio com 48 apartamentos, em design limpo, contemporâneo e não- ostensivo. Já venderam 50% das moradias, antes mesmo do lançamento previsto para novembro, quando começam as obras. “Esse é um prédio plural, de um a três dormitórios para pessoas que tem o mesmo frame mental em termos de desejo de qualidade de vida, mas necessidades diferentes. Se for separar por classe social ou número de quartos, fica muita gente fora do lifestyle, de morar com qualidade perto do mar a 20 minutos do centro”, comenta Homem de Mello, em referência ao tamanho e funcionalidade das famílias e aos preços dos apartamentos que vão de R$ 250 mil a R$ 1,5 milhão.

Reação

João Vicente Scarpin, chefe do Departamento Administrativo Financeiro da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina, repara que a expressão “omissão”, usada na Coluna Panorama de 2 de agosto, não coincide com as ações tomadas pela Agesc sobre análise dos pedidos de reajuste tarifário feitos pela SCGás. Em nota, aponta que, como pode ser verificado no site da agência, em 12 de abril a Agesc homologou reajuste pedido três dias antes, de 5% em abril, 5% em julho e 5% em outubro para o segmento industrial e de 13% em abril para os demais. Em 13 de julho, depois de uma extensão do prazo de análise, a Agesc protocolou ofício na SCGás em resposta ao pedido de reajuste adicional feito em 18 de junho. No expediente, a Agesc ratificou a validade da portaria anterior, “não homologando, assim, um novo reajuste pretendido pela concessionária de gás natural canalizado”. Esse novo reajuste implicaria alta de 14,65% em média e de até 20,90% sobre os já autorizados. “Providências e ações que, por si só, descaracterizariam qualquer possível ‘omissão’ deste órgão regulador”, conclui Scarpin. A menção contestada pela Agesc teve origem em conversa entre os presidentes da SCGás, Cosme Polêse, e da Eliane Revestimentos, Edson Gaidzinski Júnior, sobre ações emergenciais para o setor.

Ricardo Botelho é o consultor que implantou o programa de fidelidade do Núcleo Catarinense de Decoração. O presidente é Alfredo Vanelli, aliás, reempossado na festa de premiação aos profissionais associados esta semana em Punta del Este.

Defesa do consumidor

Com a confirmação ontem pelo PSDB, Santa Catarina terá o senador Paulo Bauer como titular na comissão temporária que vai elaborar o novo Código de Defesa do Consumidor. A experiência de ter sido o relator da Lei do Simples favorece a atuação no grupo que terá de avaliar os projetos de lei 281, 282 e 285, assuntos de grande da sociedade. Ainda não há data para começar os trabalhos, porque alguns partidos não indicaram ainda seus representantes, informa o senador.

Publicado em 10/08-00:30 por: Adriana Baldissarelli.

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