Estamos longe de qualquer possibilidade de bolha imobiliária

"Estamos longe de qualquer possibilidade de bolha imobiliária"

Para economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, as elevações de preços acima do normal ocorrem em empreendimentos pontuais

Por: Redação Redimob. | quarta-feira, 4 de maio de 2011 15:16

Fonte: Redimob

A valorização de imóveis no Brasil, faz muitos especialistas e profissionais do setor atentarem para o risco de uma bolha no setor imobiliário.

O tema será debatido durante a Adit Invest, que ocorrerá dos dias 10 a 12 de maio, em Fortaleza, Ceará. O economista-chefe do Secovi-SP e um dos painelistas do evento, Celso Petrucci , acredita que estamos longe de tal possibilidade. “O mercado imobiliário vem crescendo em níveis muitos saudáveis nos últimos anos. Pontualmente, notamos algumas elevações de preço acima do normal, mas isso ocorre em empreendimentos pontuais,” explica o economista.

Lei da oferta e procura

Não existe nenhum tipo de medida que possa conter o crescimento do preço dos imóveis. “Isso sempre vai depender da oferta de produtos e da vontade do consumidor em adquiri-los. Não é uma questão que pode ser regulada por meio de lei. O que temos percebido no mercado da cidade de São Paulo, onde analisamos os lançamentos e as vendas, é que determinados tipos de mercadoria, principalmente voltada para a classe média alta e classe alta, já atingiram um preço em que a velocidade de vendas está mais reduzida”, explica.

Petrucci também comenta que até 2014 a previsão é que o crescimento do mercado imobiliário não seja tão grande quando houve em 2010. “No ano de 2010, tivemos um crescimento forte, porque a base de 2009 ainda estava contaminada pela crise americana e no mundo todo, até pelas bolhas imobiliárias americana e espanhola”, ressalta.

Em virtude disso, o crescimento do mercado imobiliário pode ocorrer em números parecidos com o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que variam de 3,5% a 5%. “Não se trata de uma desaceleração, e sim uma mudança na curva de crescimento, ou seja, o mercado vai crescer menos que cresceu de 2010 para 2008,” conclui.

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