Mercado imobiliário em Floripa vive bom momento, afirmam empresários

Quinze representantes das maiores imobiliárias do País, de diferentes capitais, que fazem parte da Ral (Rede Avançada de Locação), discutiram em Florianópolis a inovação no atendimento ao cliente e estratégias de mercado, baseados na troca de experiências de cada estado. De acordo com os empresários, o bom momento vivido pelo mercado imobiliário brasileiro traz vantagens aos locatários, por conta da estabilidade nos preços dos alugueis causada pela concorrência no setor. Em Florianópolis, a oferta aumentou 50% nos últimos três anos e a perspectiva são mais 20% nos próximos dois anos, entre os imóveis disponíveis à locação. "Confirmamos nesse encontro que a alta na oferta de imóveis para alugar se deve a três fatores principais: crédito acessível, segurança jurídica gerada pela reforma na Lei do Inquilinato e o aquecimento da construção civil. Esse cenário gera um equilíbrio benéfico ao locatário, pela estabilização nos valores dos alugueis", avalia o empresário e anfitrião Leandro Ibagy. "Hoje temos o mercado de imóveis abastecido, o que é bom principalmente para o locatário, que tem mais oferta para escolher", concorda o empresário José Roberto Toledo, de São Paulo. "O cliente também está mais exigente, e o esforço das empresas é atender essas expectativas. Precisamos melhorar a percepção do cliente sobre o valor de nossas atividades. Afinal, é muito mais seguro alugar por meio de uma administradora, pois ela cuida do contrato, da relação entre as duas partes e orienta da melhor maneira possível. Também acredito que, quanto mais você promover o autoatendimento ao cliente, melhor, a exemplo dos bancos", diz. Para o empresário Giordano Garcia Leão, de Brasília, a alta na oferta possibilita mais qualidade com preço justo. "Nossa legislação é uma das melhores do mundo, e contribui para a tranquilidade do mercado, o que é bom também para o locatário", diz. A capital federal, segundo o Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF), tem os maiores alugueis do País, com média de R$ 3,7 mil para lojas comerciais. Entretanto, a média dos alugueis teve queda em 2013 de 2,7%. Fenômeno diferente ocorreu nas vendas, onde houve aumento médio de 6% no valor dos imóveis. Dos imóveis em Brasília disponíveis para locação, 72,3% são comerciais, índice menor que os 92,5% de residenciais entre os imóveis à venda. Já o Rio de Janeiro teve um aumento médio nas ofertas mais tímido nos últimos anos, tornando os imóveis mais caros. De acordo com a empresária Maria Teresa Mendonça, essa realidade foi marcante sobretudo entre 2008 a 2012. Desde 2013, porém, os preços têm subido com menor intensidade. Segundo ela, as razões do crescimento menor, agora em recuperação, deve-se a fatores como saturação das áreas disponíveis na zona Sul, realidade diferente das zonas Norte e Oeste, onde ainda há lugares para construir. Entre os imóveis para alugar, o aumento foi de 23% na cidade entre 2012 e 2013, na oferta de imóveis com até quatro dormitórios.

Fonte: economiasc.com.br

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