Palhoça é a "bola da vez" do setor imobiliário na Grande Florianópolis

Palhoça é a "bola da vez" do setor imobiliário na Grande Florianópolis

Vinte mil unidades serão entregues na cidade nos próximos cinco anos. O resultado desta aposta das principais construtoras vai ditar os rumos do setor imobiliário na Grande Florianópolis

 

Apesar de Florianópolis ser a "queridinha do Brasil", é Palhoça, do outro lado da ponte, que está o futuro do setor imobiliário da Grande Florianópolis, como mostra matéria do jornal Diário Catarinense (DC). Chamada de "a bola da vez" pelos donos das principais construtoras da região, Palhoça deve receber, nos próximos cinco anos, 20 mil unidades de imóveis.

O Loteamento Pagani é a preferência das construtoras. Quase todas têm projetos na área que, segundo o DC, no melhor cenário, pode se transformar no novo Kobrasol, um loteamento para a classe média que se tornou um bairro com mais de 20 mil moradores. Essa área ganhou impulso depois de receber o prédio da prefeitura e do fórum, de acordo com Douglas Hillesheim, diretor comercial da AM Construções.

Vantagens da cidade
A matéria do Diário Catarinense mostra que Palhoça tem certas vantagens competitivas em relação a outras cidades. A primeira foram leis que permitiram prédios mais altos. Num primeiro momento, a prefeitura aumentou o gabarito dos edifícios de oito para 12 andares e depois autorizou 25 andares.

A expansão econômica de Palhoça também foi fundamental. Houve um crescimento de 247% da riqueza produzida pela cidade em 2002 em comparação com a de 2009, último dado disponível. Enquanto isso, a população cresceu 31% entre 2001 e 2011.

Para completar, a prefeitura de São José deu uma "ajudinha" para Palhoça, ao aprovar uma lei cortando a metade o tamanho máximo dos prédios locais. Para atingir os níveis anteriores, tornou-se necessário comprar índice, nome técnico para a autorização. Ocorre que não havia índice para vender. Desde 2008, a cidade deixou de disputar investimentos com Palhoça.

Dúvidas sobre o futuro
A dúvida com todo esse crescimento e geração de imóveis em Palhoça é se vai haver demanda para toda essa oferta. De acordo com o DC, essa é a pergunta que o mercado imobiliário está se fazendo. Um eventual fracasso poderia terminar com a euforia do setor, prejudicando também os donos de imóveis. A dificuldade para fechar negócios repercutiria nos preços futuros das unidades residenciais.

Para garantir, o setor continua explorando locais consagrados e de rentabilidade garantida, como os bairros Estreito e Trindade, em Florianópolis, e Kobrasol, em São José.

Saiba mais sobre o assunto na edição digital do Diário Catarinense.

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