Risco, planejamento e sucesso do próprio negócio!

Risco, planejamento e sucesso do próprio negócio!
Quem nunca sonhou em montar o próprio negócio? Mais do que um sonho, optar pelo empreendedorismo é uma atitude muito admirada pelos brasileiros. Com razão. No entanto, uma questão crucial, capaz de fazer toda a diferença, merece destaque: você está preparado para esse grande desafio?
Desde que a globalização aplacou o mundo moderno, anualmente muitas pessoas passaram a figurar em uma das estatísticas mais cruéis do novo cenário econômico-produtivo: a estatística do desemprego. Grandes corporações e marcas se expandiram rapidamente pelo mundo em busca de margens de lucros cada vez maiores. Ao mesmo tempo, mais fusões e aquisições aconteceram e a modernidade trouxe, mais uma vez, o conceito de redução de custos à realidade dos negócios.
A idéia de que alguém mais jovem, ainda que sem experiência, pode substituir pessoas com mais idade e salários maiores vem sendo amplamente utilizada. Esse mesmo jovem acaba acumulando diversos postos, o que é, de certa forma, reflexo de sua capacidade e do avanço da tecnologia.
Uma idéia, um projeto, uma empresa
Sem muita alternativa e já prevendo o perigo real e imediato de permanecer no mercado de trabalho, profissionais das mais variadas atividades partem em busca do negócio próprio. Tal mudança é tida como grande avanço pessoal, é verdade, mas requer certos cuidados.
Partindo da idéia que a pessoa tenha o capital necessário para inicio das atividades empresariais, faz-se necessário um mínimo de conhecimentos administrativos, financeiros e de mercado para criar um projeto viável e com boas chances de sucesso. Não basta só a ótima idéia. É preciso operacionalizá-la.
No livro “Finanças para Empreendededores e Profissionais não financeiros”, escrito pelo consultor Gustavo Cerbasi  e o Prof. Rafael Paschoarelli, há uma importante questão que merece destaque:
“Se mesmo projetos muito bem estruturados desde o inicio correm o risco de fracassar, imagine aquelas empreitadas em que algumas etapas no processo de planejamento são queimadas?”
Como sabemos, essas etapas mínimas de um bom planejamento muitas vezes são queimadas por falta do conhecimento e orientação. Neste sentido, o empresário tem a seu favor um grande aliado, o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que presta um serviço excepcional, orientando, através de cursos e acompanhamento prático, quem pensa em montar um novo negócio.
Conhecendo o risco
É óbvio que todo projeto é passível de risco, afinal nem sempre tudo ocorre conforme o planejado. Entretanto, alguns riscos podem e devem ser reduzidos, através de conhecimentos básicos de administração e planejamento. Podemos classificar o risco em duas categorias:
Risco diversificável: aquele risco que pode (e deve) ser evitado, seja através de ações direcionadas, planos de ação ou estratégias diferenciadas. É o risco inerente ao próprio negócio. Problemas com fornecedores, questões de prazo de pagamento que podem afetar o capital de giro são alguns exemplos.
Risco não diversificável: risco que não pode ser evitado, muitas vezes porque não pode sequer ser imaginado. Como exemplo, imagine o efeito que uma guerra pode trazer aos negócios de um país. Trata-se de um risco não diversificável.
Lembre-se sempre que, como no universo dos investimentos, quanto maior o risco do negócio, mais o empreendedor irá querer como retorno.
Mortalidade das empresas
De acordo com o SEBRAE, de cada dez empresas criadas, apenas duas permanecem funcionando depois de cinco anos. Um estudo do mesmo órgão apresentou doze questões a diversos empreendedores, com o objetivo de mostrar os principais motivos para a mortalidade das empresas:
Oportunidades + Inovação + Planejamento = Sucesso
Correr risco faz parte da caminhada rumo ao sucesso. Com boa dose de planejamento, a realidade pode ser muito favorável, especialmente se levarmos em conta nosso atual ambiente econômico de estabilidade financeira.
É comum associar empreendimento ao risco. Risco esse que muitas vezes não encontra merecida atenção na criação cultural do brasileiro. Lidamos muito mal com a frustração e com as chances de ver projetos pessoais dando errado. Ouso dizer que, no aspecto cultural, o Brasil ainda é muito fraco na educação de empreendedores. A boa notícia é que, ano após ano, estamos melhorando.
O bom empreendedor é aquele que descobre oportunidades e, através da inovação e planejamento, organiza um sistema capaz de criar, produzir e distribuir um produto/serviço de qualidade, mas sempre com lucro e reinvestindo na empresa. Por incrível que pareça, essa nem sempre é a visão compartilhada por todos que aspiram posições de destaque como donos de seu próprio nariz. Você é assim?
Até a próxima semana!

Quem nunca sonhou em montar o próprio negócio? Mais do que um sonho, optar pelo empreendedorismo é uma atitude muito admirada pelos brasileiros. Com razão. No entanto, uma questão crucial, capaz de fazer toda a diferença, merece destaque: você está preparado para esse grande desafio?

Desde que a globalização aplacou o mundo moderno, anualmente muitas pessoas passaram a figurar em uma das estatísticas mais cruéis do novo cenário econômico-produtivo: a estatística do desemprego. Grandes corporações e marcas se expandiram rapidamente pelo mundo em busca de margens de lucros cada vez maiores. Ao mesmo tempo, mais fusões e aquisições aconteceram e a modernidade trouxe, mais uma vez, o conceito de redução de custos à realidade dos negócios.

A idéia de que alguém mais jovem, ainda que sem experiência, pode substituir pessoas com mais idade e salários maiores vem sendo amplamente utilizada. Esse mesmo jovem acaba acumulando diversos postos, o que é, de certa forma, reflexo de sua capacidade e do avanço da tecnologia.

Uma idéia, um projeto, uma empresa

Sem muita alternativa e já prevendo o perigo real e imediato de permanecer no mercado de trabalho, profissionais das mais variadas atividades partem em busca do negócio próprio. Tal mudança é tida como grande avanço pessoal, é verdade, mas requer certos cuidados.

Partindo da idéia que a pessoa tenha o capital necessário para inicio das atividades empresariais, faz-se necessário um mínimo de conhecimentos administrativos, financeiros e de mercado para criar um projeto viável e com boas chances de sucesso. Não basta só a ótima idéia. É preciso operacionalizá-la.

No livro “Finanças para Empreendededores e Profissionais não financeiros”, escrito pelo consultor Gustavo Cerbasi e o Prof. Rafael Paschoarelli, há uma importante questão que merece destaque:

“Se mesmo projetos muito bem estruturados desde o inicio correm o risco de fracassar, imagine aquelas empreitadas em que algumas etapas no processo de planejamento são queimadas?”

Como sabemos, essas etapas mínimas de um bom planejamento muitas vezes são queimadas por falta do conhecimento e orientação. Neste sentido, o empresário tem a seu favor um grande aliado, o SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que presta um serviço excepcional, orientando, através de cursos e acompanhamento prático, quem pensa em montar um novo negócio.

Conhecendo o risco

É óbvio que todo projeto é passível de risco, afinal nem sempre tudo ocorre conforme o planejado. Entretanto, alguns riscos podem e devem ser reduzidos, através de conhecimentos básicos de administração e planejamento. Podemos classificar o risco em duas categorias:

Risco diversificável: aquele risco que pode (e deve) ser evitado, seja através de ações direcionadas, planos de ação ou estratégias diferenciadas. É o risco inerente ao próprio negócio. Problemas com fornecedores, questões de prazo de pagamento que podem afetar o capital de giro são alguns exemplos.

Risco não diversificável: risco que não pode ser evitado, muitas vezes porque não pode sequer ser imaginado. Como exemplo, imagine o efeito que uma guerra pode trazer aos negócios de um país. Trata-se de um risco não diversificável.

Lembre-se sempre que, como no universo dos investimentos, quanto maior o risco do negócio, mais o empreendedor irá querer como retorno.

Mortalidade das empresas

De acordo com o SEBRAE, de cada dez empresas criadas, apenas duas permanecem funcionando depois de cinco anos. Um estudo do mesmo órgão apresentou doze questões a diversos empreendedores, com o objetivo de mostrar os principais motivos para a mortalidade das empresas:

empresas_Dificuldades

Oportunidades + Inovação + Planejamento = Sucesso

Correr risco faz parte da caminhada rumo ao sucesso. Com boa dose de planejamento, a realidade pode ser muito favorável, especialmente se levarmos em conta nosso atual ambiente econômico de estabilidade financeira.

É comum associar empreendimento ao risco. Risco esse que muitas vezes não encontra merecida atenção na criação cultural do brasileiro. Lidamos muito mal com a frustração e com as chances de ver projetos pessoais dando errado. Ouso dizer que, no aspecto cultural, o Brasil ainda é muito fraco na educação de empreendedores. A boa notícia é que, ano após ano, estamos melhorando.

O bom empreendedor é aquele que descobre oportunidades e, através da inovação e planejamento, organiza um sistema capaz de criar, produzir e distribuir um produto/serviço de qualidade, mas sempre com lucro e reinvestindo na empresa. Por incrível que pareça, essa nem sempre é a visão compartilhada por todos que aspiram posições de destaque como donos de seu próprio nariz. Você é assim?

Até a próxima semana!


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